Se você ainda não ouviu falar de J.C. Mortimer, talvez seja porque algumas histórias preferem sussurrar antes de ecoar pelo mundo. Escritor, criador de universos e explorador das profundezas da mente humana, Mortimer não apenas escreve—ele molda realidades, brinca com o conceito de tempo e desafia a ideia de que há limites para a ficção.
Suas obras transitam entre o sombrio e o introspectivo, mergulhando nos recantos mais complexos da existência. Nada em seus textos é simples. Nada é óbvio. A realidade, para ele, é um organismo mutável, e a morte... bem, a morte nunca é realmente o fim. Seus personagens são densos, carregados de angústias, segredos e nuances que fazem com que cada leitura seja uma experiência única.
Mortimer é o arquiteto de Eonos, um multiverso artificial onde cada história se entrelaça de formas inesperadas. Dentro desse vasto cenário, surgem universos como Nocturna, palco de bruxas e mistérios ancestrais; Didgory, onde a morte não é um ponto final, mas um ciclo; Círculo da Expressão, onde destino e tempo se moldam à consciência; e muitos outros. Cada livro é uma peça de um quebra-cabeça maior, onde as respostas nem sempre estão onde esperamos, e as perguntas são tão importantes quanto os mistérios que as geram.
Se há algo que define J.C. Mortimer, é sua capacidade de fazer o leitor se perder e, ao mesmo tempo, se encontrar. Seus escritos não são meras histórias—são convites para questionar a realidade, para sentir, para existir de um jeito diferente após a última página.
Se você ainda não conhece seu trabalho, talvez seja hora de dar o primeiro passo. Mas esteja avisado: o que se inicia com uma simples leitura pode se transformar numa jornada sem volta.